Pesquisadores de tendências globais da Tendere apresentam cenários futuros e oportunidades para primavera-verão 2023-24 em evento totalmente digital




O Seminário Tendere de Tendências, para primavera-verão de 2023-24, chega a sua 18ª edição, e apresentará ao mercado a pesquisa de seus trendwatchers globais. Em dois dias de evento, os participantes ficarão por dentro das tendências focadas no Hemisfério Sul, especialmente para o Brasil, em um cenário pós-pandemia. O evento será digital, é síncrono (ao vivo), com algumas participações assíncronas (gravadas), mas todos os palestrantes do dia estarão disponíveis para os debates.


Inscrições:

https://www.sympla.com.br/18-seminario-de-tendencias-100-digital-imagine-e-planeje-2023-com-a-tendere__1199076


2023-24 nos desenha um futuro recheado de conflitos e incongruências difíceis de conviverem, ou mesmo de se entrelaçarem. Pode ser um sonho ou um pesadelo, dar-nos esperança infinita ou cairmos em um fatalismo apocalíptico, acreditarmos na existência, ao mesmo tempo em que temos certeza da extinção, enfim, é um cenário de Utopia e Distopia concomitantes, que nos embrulha em um percurso confuso, excessivo, prenhe de virtualidades, simulações, no qual o debate sobre homem e máquina, sobre o pós-humano se faz hiperreal e acelerado. Quer entender tudo isso? Venha participar do 18o. Seminário Tendere e veja como essas tendências podem impactar a sua empresa, carreira e vida.



Na programação destacamos a participação de Layla Mendes (Portugal), Vivian Berto (Alemanha), Victor Barboza (Brasil) e Helder Oliveira (Brasil) todos são pesquisadores veteranos da Tendere, quem estará conosco todos os dias também será a nossa fundadora Patricia Sant'Anna, que além de trazer os insights para o futuro, também debaterá com a audiência e com os palestrantes. Os assuntos serão bem instigantes e variados, desde como aplicar pesquisa de tendências de maneira criativa e sustentável, até a importância da hiperrealidade como sensibilidade estética cotidiana no presente e no futuro, passando pelas "CreativeTechs" que é como apelidamos as startups que criam soluções para Economia Criativa e o papel do propósito social da moda na contemporaneidade e no futuro próximo. Também trataremos das macrotendências para o mundo pós-covid, para o mundo transformado. Por isso, para planejar para sua empresa, carreira profissional e construir atendimentos que te conduzirão ao sucesso, todas as informações que a Tendere apresenta são estratégicas.


Confira a programação (sujeita a alterações):


Dia 17 de junho de 2021

  • 15h00 – Início do Check-in na plataforma Zoom

  • 15h15 – Abertura, agradecimentos e programação do dia

  • 15h25 – Cenário Econômico 2023/24 – Patricia Sant’Anna

  • 16h00 – As "CreativeTechs": startups para soluções da Economia Criativa - Victor Barboza (gravado)

  • 16h15 – Debate com Victor Barboza e Patricia Sant'Anna

  • 16h30 – Comportamento do Consumidor 2023/24 – Patricia Sant’Anna

  • 16h50 – Hiperrealidade: que sensibilidade é essa? – Helder Oliveira (gravado)

  • 17h10 – Debate com Helder Oliveira e Patricia Sant'Anna

  • 17h25 – 2024: Macrotendências

  • 17h45 – Debate final entre Patricia Sant'Anna, Helder Oliveira e Victor Barboza

  • 18h00 – Finalização do primeiro dia do Seminário Tendere.


Dia 18 de junho

  • 15h00 – Início do Check-in na plataforma Zoom

  • 15h10 – Saudações e Programação do dia

  • 15h15 – Moda com propósito social: a realidade de hoje e do futuro – Vivian Berto (gravado)

  • 15h30 – Grupo de Gostos para o Hemisfério Sul da Tendere: uma atualização necessária para 2024 – Patricia Sant’Anna

  • 15h45 – Moda Sustentável: soluções e criatividade – Layla Mendes (gravado)

  • 16h00 – Debate com Vivian Berto, Layla Mendes e Patricia Sant’Anna

  • 16h00 – Tendências 1 Primavera Verão 23-24 – Patricia Sant'Anna

  • 16h30 – Tendências 2 Primavera Verão 23-24 – Patricia Sant'Anna

  • 17h00 – Tendências 3 Primavera Verão 23-24 – Patricia Sant'Anna

  • 17h30 – Tendências 4 Primavera Verão 23-24 – Patricia Sant'Anna

  • 18h00 – Finalização do primeiro dia do Seminário Tendere.


A Tendere realiza os Seminários desde 2012, são 9 anos trazendo, 2x ao ano, cenários futuros, tendências e os desafios para construirmos juntos o que está por vir.


"Se quer prever o futuro, estuda o passado."

Confúcio.





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Abrir uma empresa na imensa área de moda requer coragem, mas sobretudo, requer conhecimento teórico e, sobretudo, prático na área. Infelizmente, se você não quer perder dinheiro e tempo, não adianta só 'gostar de moda', afinal, é fácil gostar de moda, é uma manifestação sociocultural e estética fascinante. Mas do ponto dos negócios, da atuação profissional, é necesário você estar preparada(o) para atuar neste setor.


Moda é uma área complexa

Moda é um setor industrial. No mínimo 3 grandes cadeias produtivas estão envolvidas diretamente com moda: (1) têxtil-confeccionados; (2) couro-calçadista - calçados, bolsas e cintos -; e (3) acessórios em metais - joias, semijoias/folheados e bijuterias. Fora o universo de serviços à sua volta, que vai de agências publicitárias até grandes varejistas, passando por empresas de logística, plataformas digitais de vendas, agências de relações públicas e um batalhão de terceirizados e autônomos, todos especializados em atender o mercado de moda. Ao mesmo tempo, a moda coopta para si tanto uma infinidade de manualidades e fazeres que são artesanais, como pesquisas avançadas sobre novos materiais, tecnologias produtivas e intersecções com áreas de saúde, inteligência artificial etc.. É um mundo amplo, diversificado, com mil formas de se atuar nele. De uma costureira ou revendedora de semijoias, até ser um grande rede varejista ou gigante na produção de jeans mundial, passando por trabalhar como vendedor(a) em loja de moda, ou ser proprietário de uma marca cheia de glamour, no nosso país, todas essas frentes são atuações que estão no âmbito de Negócios da Moda. Percebeu a complexidade?




Por isso, um profissional ou empreendedor da área de Moda necessita saber sobre o intrincado e sofisticado funcionamento da moda em sua região, em seu estado, no Brasil e no mundo. Mais que isso, precisa compreender o modelo de negócio em que atua. Todo negócio tem um modelo, e ter consciência dele é fundamental para poder atuar de maneira consciente e tomando decisões que ajudam a todos os envolvidos. Mas o que é um modelo de negócio? O modelo de negócio pode ser resumido em um Business Model Canvas, um quadro em que resume as principais posturas e decisõe de uma empresa.




Elementos Estruturais de um Modelo de Negócios

Toda empresa precisa compreender sobre as segmentações que atende, como se relaciona (relacionamento com os clientes) e por onde se relaciona (canais) com suas segmentações. Ter consciência de sua proposta de valor é fundamental, para quem não sabe do que se trata, proposta de valor é o diferencial de mercado, a maneira como a sua empresa soluciona os problemas dos clientes (e isso é entregue via produto e/ou serviço). Sem proposta de valor, sua empresa é só mais uma no mar de empresas. Sabendo isso, é momento de elencarmos as atividades, recursos e parceiros-chave. As atividades-chave são as ações (definidas por verbos) que se você não fizer, o negócio não irá acontecer. Os recursos-chave são as coisas que são necessárias ter, e tome atenção, porque elas podem ser materiais e imateriais. Por exemplo, para ter uma loja digital, é necessário ter computador, estoque, embalagens (exemplos de coisas materiais), mas é necessário ter conhecimento sobre comércio digital e marketing digital (conhecimento é imaterial). E a proposta de valor, como falamos anteriormente, é o que te diferencia no mercado. Mas como vamos saber ser diferentes? Bem, se você conhece a sua segmentação em profundidade, você saberá quais são as principais dores, as problemáticas que ela enfrenta, e assim você pode criar soluções para essas dores.




Área Financeira: ponto fraco de muitos empreendedores criativos.

É neste ponto que alcançamos o 'calcanhar de Aquiles' de diversos empreendedores criativos: pensar e lidar com o dinheiro. Inicialmente para se pensar de maneira mais tranquila deve-se dividir a área de finanças em uma duas frentes: Estrutura de Custos e Fontes de Receita. Estrutura de Custos é tudo o que a empresa gasta para se manter: compra de materiais, impostos, locação de espaço (on e/ou offline), colaboradores, fornecedores de todo tipo, água, luz, internet, gás etc. (ah! não se esqueça das suas horas de trabalho), enfim, todo tipo de gasto necessário e imprescindível para o bom funcionamento do negócio. Fontes de Receita é como o dinheiro entra na empresa: venda de produtos, locação, assinaturas, rendimentos de investimentos etc. Um ponto que temos que destacar: não misture o dinheiro da empresa com seu dinheiro pessoal. Esse é um dos principais erros, e que pode dar muita dor de cabeça.





Negócios da Moda é um desafio transdisciplinar, que pode ser e dar um imenso prazer e muita realização pessoal, se você tem consciência dos processos envolvidos, caso contrário, pode ser fonte de dissabores e decepções consigo próprio e com o setor. Como não cair na ilusão e realizar seu sonho? Primeiro se prepare. De cursos livres à pós graduação (lato e strictuto sensu) há diversas maneiras de você se preparar. Contrabalanceie fazer cursos que te inspiram com os necessários. Existe uma área de sonho e criação? Há, ela é inegável. Mas você também precisa ter um lado pragmático e pé no chão para não cair em um buraco de dívidas, e acabar transformando o sonho em pesadelo. Bora se preparar? Para isso, a Tendere preparou um curso panorâmico, que te dá os instrumentais que qualquer um precisa para lidar com uma modelagem de negócios.



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A Tendere disponibiliza toda sua experiência em 10 anos no mercado de moda brasileira, e oferece um curso em 6 aulas, com 12 horas de muito conteúdo, por apenas R$ 170,00 (cento e setenta reais). Nosso intuito é tornar acessível o conhecimento básico, as dicas que nos ajudaram e que ajudaram nossos clientes de diversos portes a serem sucesso em suas áreas. Quer adiquirir?


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Atualizado: Abr 14



Este biênio é um desafio para todos. Do nosso cotidiano mais prosaico, até as grandes decisões sobre futuro de multinacinais, grandes conglomerados transnacionais, países e órgãos internacionais, todos foram afetados. Para a Economia Criativa como um todo, e da indústria da moda (têxtil-vestuário, couro-calçadista, joias, bijuterias e acessórios em geral) e do design (de produto, interiores e serviços), em específico, o baque foi imenso.

Houve muita gente, no entanto, que se dispôs a aprender, a se abrir para novos horizontes, a pivotar de área, a ganhar novas habilidades, bem como correu (e ainda corre) para aprender a fomentar o capital intelectual de todos a sua volta. Essas pessoas, entraram sem medo no mundo digitalizado, criaram novas parcerias, e se dedicou a compreender e se inserir nesse novo mundo. Assim, conseguiu se adaptar e sobreviver, e em alguns casos, crescer, nesse novo cenário. Esse texto vem falar de um momento crucial, que chegará em meses: o momento pós-pandemia. Mas como todo estudo de futuro, ele começa compreendendo o hoje.


Viver em pandemia


Viver em pandemia não é nenhuma novidade para o ser humano, desde a antiguidade enfrentamos diversas doenças de rápido contágio, e todas, sem exceção, tiveram consequencias em hábitos e formas de viver o cotidiano. Foi com a pandemia da chamada "gripe espanhola", ou "gripe de 1918" (causada pelo nosso conhecido, e ainda circulante, vírus H1N1, com cepas variantes como a que chamamos a pouco tempo de "gripe suína") que aprendemos a lavar as mãos antes de comer, ou depois de algum "trabalho sujo". Com a pandemia da AIDS (HIV) nós passamos a falar sobre sexo seguro, uso de preservativos, e trouxe todo o debate de DSTs para o dia a dia de todos. A Covid-19 também impacta a sociedade em que vivemos e muda os comportamentos. Inicialmente os comportamentos de higiene (ligados diretamente a segurança sanitária) são os primeiros que adquirimos/retomamos: lavar as mãos, passar álcool 70 em tudo, limpar as compras, tirar os sapatos na entrada de casa e desinfetá-los, não compartilhar copos, talheres, pratos etc., tomar banho ao chegar em casa, manter a imunidade sempre alta... enfim, uma série de práticas que hoje já se solidificaram no nosso dia-a-dia.


Para evitar o contágio rápido, a única coisa a se fazer, antes da vacina, é, quando possível, trabalhar em casa, o famoso, e já corriqueiro, 'homeoffice'. Este sobrepõem, em um só espaço, o mundo doméstico, familiar, de trabalho e também social e de lazer. Estas justaposições causaram problemáticas sérias, como, por exemplo, repensar onde e como se mora (verificamos um grande fluxo de pessoas indo morar em zonas rurais, praias, casas de airbnb etc.). Outro questionamento que surgiu foi: "o que é realmente importante dentro de minha casa?". Assim, desde mobiliários e eletroeletrônicos, até objetos decorativos, e mesmo o guarda-roupa e os produtos cosméticos, tudo foi questionado. Uma consciência radical sobre o seu espaço de viver foi construído ao longo desses 13 meses de confinamento (e que ainda vai continuar até a virada para 2022). Moral da história: diversos objetos passaram a serem compreendidos como desnecessários, e outros ganharam status de 'imprescindíveis'. Em uma perspectiva mais radical, vimos redefinições de arranjos de vivências familiares ("quem vai morar com quem" passou a ser um debate importante e realista para a saúde psicológica de diversas famílias). Em síntese, verificamos que o mundo de antes da pandemia não existe mais. E que o novo, que ainda se configura, já tem princípios e valores diferentes do que vivíamos no século XX. Você está preparado para viver no século XXI? Não os da ficção científica, mas este que se descortina na nossa frente?




Será que viramos 'bichos pragmáticos'? Sim e não.


Ficar em casa e ter que administrar vida doméstica, social e familiar ao mesmo tempo, não é coisa fácil, mesmo para quem mora sozinha(o). Trata-se de uma equação complexa que não tínhamos que resolver até o momento da pandemia. Neste momento, muita gente começou a compreender que organização, eficiência, e mesmo funcionalidade como características prioritárias para viver bem, ou melhor, viver de maneira produtiva em tempos de pandemia. Isso tornou muita gente pragmática também na vida doméstica e familiar, e não só na vida profissional.

Por exemplo, percebemos que o excesso é difícil de administrar, e na nossa cara a quantidade de lixo que geramos é um dos dados que gritam aos nossos olhos. Com isso (re)ordenar tudo para conseguir viver dentro de casa sem cair no caos (sobretudo, mental), passou a ser um comportamento cotidiano. Sim, para sobrevivência dentro de um novo contexto, viramos 'bichos pragmáticos'.



Mas, por outro lado, temos também que manter nossa sanidade psicológica, e para tanto, práticas pouco pragmáticas, ou seja, subjetivas, inabituais, incomuns, e mesmo abstratas, como preparar o almoço todos os dias, reordenar e limpar toda a casa no dia que tem vontade de fazer isso (e não dentro de uma agenda programada), parar para meditar/rezar/orar/contemplar algo, e mesmo jogar videogame no meio do dia, ou ver um filme, ao melhor estilo 'sessão da tarde' às 15h, fazem parte também destes novos hábitos. São momentos de ruptura com a rigidez do pragmatismo. Um respiro para lembrarmos que o espaço em que estamos não é só para o trabalho, mas também para o prazer, lazer e relaxamento. Parece contraditório, pois essas são ações que parecem 'perdas de tempo', porém, o tempo está sendo reavaliado, na verdade, vem sendo ressignificado. E o tempo do trabalho não é o único que ganha novo status, a vida em família, o tempo para autocuidado, passam a ganhar uma grande relevância, que dificilmente se perderá após a pandemia.


Comportamento do Consumidor na pandemia e pós-pandemia


Aqui na Tendere estamos estudando as possibilidades de caminhos dos consumidores pós-pandemia, baseados no que conhecemos e compreendemos neste momento de pandemia, e o que historicamente aconteceu em momentos similares (mas não iguais) ao que estamos vivendo. Algumas coisas que já se consolidaram como futuros previstos:


(1) A compra consciente, sobretudo em termos financeiros, o velho e bom "custo-benefício" é o elemento mais importante, o comprador hoje realmente precisa perceber o valor que o produto ou serviço está entrengando, e este deve ter um preço justo, ou melhor, um preço acessível.


(2) Conforto e praticidade são hábitos aprendidos nesse período de pandemia que não serão abandonados. Além disso, há uma grande contingente de empresas que não voltarão para o sistema de escritórios tradicionais, e algumas, mesmo que tradicionais, perceberam qeu o formato 100% de pessoas no escritório, tem alto custo. Já há estudos que provam que uma significativa parcela das pessoas que atuam em escritório, rendem mais em homeoffice. Portanto, após a pandemia, muitas das dinâmicas aprendidas e já introjetadas da prática de homeoffice permanecerão.


(3) Desejo represado de compra é um fenômeno que acontece após uma guerra, por exemplo. Trata-se de uma onda volumosa de compras, ela deve acontecer neste Natal, ou início de 2022 (nov-dez-jan), momentos que são naturalmente pico de vendas no Brasil devido às festas e férias de verão. Este ano, em específico, este período festivo deve surpreender. Dica: aproveite o pico, mas puxe o freio logo em seguida, pois esse pico é momentâneo, e tem relação direta com a saída mais segura de casa (fique acompanhando as políticas públicas que ajudam no combate e controle da Covid-19), visto que as pessoas já devem estar vacinadas, logo após esse momento, sobretudo em fevereiro, as pessoas tendem a voltar às práticas de compra conscientes e pragmáticas. Dedique-se, nesses próximos meses, a sentir, conhecer, se aprofundar e saber exatamente quem é o seu público e qual a situação econômico-social do cliente hoje, e suas perspectivas no futuro imediato.



Temos que ser realistas, pois ao sairmos da pandemia teremos um país mais empobrecido, que perdeu muitos postos de trabalho, que teve muitos investimentos retirados daqui, portanto, as pessoas vão comprar no pico, mas depois vão 'cair na real', e vão ver impostos de janeiro para pagar. Portanto, conheça e acompanhe seus clientes hoje, para saber o quê e como vender bem para ele no final deste ano (2021), e progressivamente ao longo de 2022.


Esses três pontos são os únicos sobre o comportamento do consumidor neste período que estamos vivendo? Não. No entanto, são os três mais visíveis e óbvios, e, por isso, não devem ser ignorados em seu planejamento futuro.


Você já fez seus planos para o momento pós-pandemia? Vale a pena fazê-lo.


A Tendere pode te ajudar.

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